
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
É POR ESTAS E POR OUTRAS...

domingo, 12 de abril de 2009
PÁSCOA FELIZ
quinta-feira, 26 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
VIOLINOS NO TELHADO!

segunda-feira, 9 de março de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
SOPROS DO CORAÇÃO

Outras que me fariam uma falta enorme, para sempre recordadas com amor, carinho e saudade, um sorriso, uma lágrima, inquilinas cativas do meu coração.
Outras de quem lamentaria o desaparecimento uma vez que eram seres humanos, tão só e apenas porque um ser vivo tinha cessado de viver.
Outras que nem isso, ou seja, nem sequer lamentaria o seu desaparecimento, tomaria conhecimento, nada mais, coração vazio, procurei, fiz um esforço, encontrei-o nu, despido de qualquer sentimento de saudade, piedade ou perdão.
Parece cruel, desumano, talvez, mas contudo é apenas real,consequência dos nossos dias? De como os vivemos ou melhor de como os não vivemos, não sei, apenas sei que tentei mas não consegui sentir ouvir outra coisa diferente dos verdadeiros sopros do meu coração.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
ARRUMAÇÕES

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
SAUDADE

ANJOS
Andy Warholquarta-feira, 17 de dezembro de 2008
AMO-TE

terça-feira, 2 de dezembro de 2008
APESAR DE MAIS "PEQUENA"
terça-feira, 11 de novembro de 2008
APETECIAM-ME UMAS FÉRIAS PROLONGADAS

Pois era apeteciam-me as ditas férias longas calmas solarengas mas sobretudo distantes, distantes de tudo e sobretudo distantes deste não governar deste hesitar constante de tirar e pôr. Férias longas prolongadas sem a mácula da angústia do dia aprazado para o seu fim.
Apeteciam-me férias, distância, desta forma canalha e despudorada de governar, perdão de usurpar o poder e dizer que se governa. Apeteciam-me as tais férias longe dos intelectualóides baratos das Fátimas Felgueiras dos ridículos processos Casa Pia e afins, longe das televisões carregadas de novelas, vidas a metro que alguém vive por nós.
Apeteciam-me as tais férias longe, longe da estupidez, da burrice da avareza de sentimentos. Apeteciam-me férias de mim de vocês, de tudo a gente e de ninguém, férias de tudo o que me rodeia no dia a dia, do café da manhã aos jornais, aos computadores.
Apeteciam-me férias das conversas de chacha, das considerações longas e cheias de ideias preconcebidas que nos atacam os sentidos vindas de todas as direcções.
Apeteciam-me férias daquilo a que se chama civilização, sociedade, mundo empresarial.
Apeteciam-me férias numa recôndita aldeia daquelas onde já ninguém mora, num sítio onde o longe se faz mais longe, onde nem sequer os ecos deste mundo à beira do colapso chegam, são aliás proibidos de entrar, onde o mínimo me bastaria e teria todo o tempo do mundo para ler os não sei quantos livros que se já se amontoam pelo chão em redor da minha mesa-de-cabeceira, escrever cartas como dantes, povoadas de cheiros e desenhos toscos, tempo para dormir, tempo para acordar, tempo para viver.
Apeteciam-me férias dos relógios dos telefones e da humanidade, sobre tudo da humanidade, virar as costas ao mundo, usufruir do silêncio e pensar, poder pensar, sem influências externas, sem estereótipos, simplesmente pensar, reflectir, sem som mas com voz. Não não estou à beira de desistir, ou de um colapso qualquer estou apenas a tentar parar e desconstruir, reciclar, reaprender, escolher o que quero e como quero viver .




