
Casualmente, a Edite, minha colega do liceu que não via há anos e de quem a minha mãe dizia ter senão ar naquela cabecinha e acreditem que apesar de ser minha mãe, ou de eu ser filha dela, a senhora é a mais doce das criaturas.
Aí uns bons trinta anos volvidos, esteve emigrada em França, continua com a cabecinha leve, o resto um tudo nadinha engelhado mas gostei tanto de a ver, especialmente porque foi ela que me reconheceu...