Mostrar mensagens com a etiqueta não tenho paciência para isto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta não tenho paciência para isto. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

SE EU



Despejasse o que me vai na alma agora, isso é que era o autêntico engarrafamento nas vias virtuais de acesso.


Mas apenas vou inspirar, expirar e pensar que amanhã é outro dia.


Há certas coisas que falam melhor se ficarmos acerca delas, calados.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

MENTE SÃ EM CORPO SÃO, OU TALVEZ NÃO...




Vivemos num mundo completamente obcecado pelo culto do corpo, pelo peso certo.



Somamos horas de ginásio, perdemos horas de cavaqueira, de convívio são, de partilha de experiências, de troca de ideias, de amizade.



Sonhamos correcções cirúrgicas, estilizamos, padronizamos aquilo a que se convencionou chamar beleza e tranformamos-nos numa máscara igual a outras máscaras.


É obrigatório ser magro, não ter rugas e ter lábios grossos e sensuais, recorre-se à cirurgia, ao botox.



Mas quanto á extrema magreza interior não há medidas cosméticas a tomar, uma pílula milagrosa, um ginásio da alma a frequentar, por falta de exercício, deixámos o nosso interior, perder massa muscular, força, vitalidade.


Caminhamos hoje entre o nosso semelhante e não ao seu lado, tudo se compra tudo se vende, tudo é descartável, virtual.


Deturpam-se os valores que nos foram ensinados, rompem-se os laços da verdadeira amizade, dos relacionamentos desinteressados.


Caminhamos compassadamente rumo a um futuro que não conheço, obviamente, mas que pelo que me é deixado a adivinhar não trará nada de bom se entretanto não começarmos a muscular o que realmente importa, esquecendo o que é acessório, prestando redobrada atenção ao realmente importante.


Não quero que pensem que sou contra o exercício físico, antes pelo contrário, tudo a favor, mas sobretudo a favor da velha máxima: " mente sã em corpo são"...

segunda-feira, 21 de julho de 2008

AMEAÇAM


Os senhores ciganos que se não forem satisfeitos nas suas exigências, (ai, ai onde este país chegou), farão uma concentração nacional em Lisboa.


É capaz de ser boa ideia enviar, para o mesmo local uma concentração nacional de polícias, pode ser que assim consigam executar uns quantos muitos, mandatos de detenção que têm para estes senhores.

Ficariam de certeza resolvidos muitos, imensos, problemas de realojamento e se temos que lhes dar, de borla, cama, mesa e roupa lavada ao menos que mesmo temporariamente, os tirem das ruas.

Pode ser que quando regressarem decidam trabalhar e contribuir para o país a que apenas exigem e a que, salvo algumas, poucas, excepções nada dão para além do tráfico de droga, armas, DVD´s e afins.